Bolsonaro quer evitar cortes ao lançar o programa renda brasil

Bolsonaro quer evitar cortes de programas ao lançar o Renda Brasil

O ministro da Economia, Paulo Guedes e o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, estão em lados opostos quanto a criação do Renda Brasil. Onyx vem perdendo espaço desde o começo do ano, quando seu secretário-executivo Vicente Santini viajou à Índia com um avião da Força Aérea Brasileira (FAB). A demissão só não veio porque ele demonstra laços de lealdade ao presidente.

Agora Onyx tem destaque novamente. O ministro apresenta papel fundamental no desenvolvimento do Renda Brasil. Aliás, para quem não sabe este é o programa de transferência de renda que deverá substituir o Bolsa Família nos próximos meses.

Um fator que colocou Lorenzoni de volta ao jogo foi a irritação de Bolsonaro com a proposta inicial de Guedes. O ministro “Posto Ipiranga” defende a junção de vários benefícios sociais neste mecanismo. Isso levaria ao fim o abono salarial e o seguro defeso.

Bolsonaro quer evitar cortes de benefícios

Bolsonaro não pretende cortar benefícios sociais e colocou Onyx para atuar ao lado da equipe de Guedes. A ideia é elaborar um texto mais equilibrado e que consiga uma aprovação mais rápida no Congresso.

O Renda Brasil é tratado como o principal programa visando a reeleição de Bolsonaro em 2022. Uma parte do governo teme a revolta da população com o fim do Auxílio Emergencial.

Desde a criação do auxílio os índices de popularidade do presidente tem aumentado. Por falar nisso, o pagamento já está garantido até dezembro. Mas, agora em quatro parcelas de R$ 300 cada.

Oficialmente as discussões para a criação do Renda Brasil estão paralisadas desde o último dia 26 de agosto. Desde então, Lorenzoni ganhou ainda mais força no governo. O ministro acredita que o Renda Brasil vai “trazer o mérito e a promoção das pessoas”, acabando com os “dependentes”.

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